DEVA11: A Crise dos Dividendos e a Busca por Novos Horizontes

um Grande prédio com os vidros refetindo outro grande prédio

O artigo analisa a crise no fundo imobiliário DEVA11, conhecido por sua alta rentabilidade. Ele destaca a queda drástica nos dividendos distribuídos, que chegou a apenas R$ 0,34 por cota, um valor bem abaixo da média histórica do fundo. A principal causa é a redução na correção monetária, impactada pela liquidação de ativos importantes como os CRIs São José e Pivendas.

Além disso, o texto aponta a inadimplência de CRIs atrelados a um de seus maiores devedores, o Grupo Gramado Parks, como um problema persistente que vem desvalorizando a cota de mercado do fundo. A cota chegou a acumular perdas de quase 50% no ano, apesar de seu valor patrimonial se manter estável.

Para reverter a situação, a gestão do DEVA11 busca comprar novos ativos, como o CRI RR Solares, com o objetivo de alocar o caixa disponível e gerar novas receitas. No entanto, o artigo conclui que o futuro do fundo, que já opera com maior risco, ainda é incerto. A recuperação dependerá da capacidade da gestão de solucionar a inadimplência e restaurar a confiança dos investidores.

Desvendando a Bolsa de Valores

A imagem mostra um gráfico financeiro em tela digital, representando oscilações do mercado de ações ou de criptomoedas. As linhas vermelhas e verdes indicam o movimento dos preços ao longo do tempo, com variações ascendentes e descendentes. Há também linhas azuis e brancas, além de uma área sombreada em vermelho e rosa, que parece ser parte de um indicador técnico (como o Ichimoku Cloud) usado em análises gráficas. O fundo é azul-escuro com linhas de grade, simulando a interface de uma plataforma de negociação. A imagem transmite a ideia de volatilidade e variação constante nos preços, comum em mercados financeiros.

O artigo é um guia completo para iniciantes que desejam investir na bolsa de valores de forma inteligente e segura. Ele desmistifica a ideia de que a bolsa é um “cassino” e a apresenta como uma ferramenta poderosa para a construção de patrimônio a longo prazo.

O conteúdo é dividido em quatro partes principais:

Como a Bolsa Funciona: Explica que a bolsa, no Brasil chamada de B3, é um mercado para negociar ativos como ações, Fundos Imobiliários (FIIs), ETFs e BDRs. Diferencia as ações ordinárias (ON), que dão direito a voto, das preferenciais (PN), que dão prioridade em dividendos. Além disso, introduz a diferença entre lotes padrão (100 ações) e lotes fracionários (1 a 99 ações).

Passo a Passo Prático: Orienta o leitor a abrir uma conta em uma instituição financeira com Home Broker, destacando a importância de plataformas com taxa zero de custódia e corretagem.

Estratégias de Longo Prazo: Defende a estratégia “Buy and Hold” (comprar e segurar) e a realização de aportes mensais para reduzir o risco. O guia enfatiza a análise fundamentalista (avaliar a saúde da empresa) em vez da especulação e ressalta a necessidade de diversificação.

Erros a Evitar: Alerta sobre os perigos de investir dinheiro que será necessário no curto prazo, vender ativos em momentos de pânico do mercado, buscar ganhos rápidos (como no day trade) e não ter uma boa instituição financeira como parceira.

O artigo conclui que o sucesso na bolsa de valores não vem da sorte ou de acertos pontuais, mas sim da disciplina, do conhecimento e de uma visão de longo prazo.

Renda Fixa em Alta: Por que Confiar Apenas na Selic pode Custar Caro ao seu Patrimônio

uma nota de R$100,00 e três moedas de R$1,00.

Renda Fixa e Inflação – Por Que Diversificar é Essencial
Este artigo desmistifica a ideia de que a renda fixa é sempre a opção mais eficiente para investimentos de longo prazo, especialmente em cenários de alta taxa Selic. Ele argumenta que, apesar dos ganhos nominais aparentes, a concentração excessiva em renda fixa pode prejudicar o patrimônio devido ao impacto da inflação e aos ciclos de juros.

O texto explica que a Selic se move em ciclos (altas são temporárias para combater a inflação) e que a inflação corrói o poder de compra, diminuindo o ganho real dos investimentos, mesmo que o ganho nominal pareça alto. Fatores como câmbio, choques de oferta, gastos públicos e reajustes administrados são apontados como pressionadores da inflação.

As lições importantes dos ciclos de juros incluem: juros baixos impulsionam ativos de risco (ações, FIIs), levando a uma migração de capital e tornando dividendos mais atraentes. Manter todo o capital em renda fixa em ciclos de queda de juros significa perder essas oportunidades de valorização. Além disso, o aumento de impostos (como o IOF) também pode reduzir o retorno líquido da renda fixa.

A principal mensagem é que a diversificação é fundamental. Não se deve depender apenas da renda fixa, mas incluir em seu portfólio investimentos como Tesouro IPCA+, ações, Fundos Imobiliários (FIIs) e investimentos globais para proteger o poder de compra e buscar crescimento patrimonial a longo prazo. O artigo conclui que a educação financeira é essencial para entender o cenário, diversificar com inteligência e fazer seu dinheiro trabalhar de forma eficiente.