O Sistema Monetário Fiduciário: Como o Dinheiro é Criado e Seu Impacto na Inflação e Desigualdade

uma rua com akguns carros, um céu nublado e um prédio alto

O Sistema Fiduciário: Entenda Como o Dinheiro é Criado e Seus Impactos
Este artigo aprofunda o conceito de dinheiro fiduciário, o sistema monetário global desde a desvinculação do dólar americano do padrão-ouro em 1971. Explicamos que a moeda fiduciária não tem valor intrínseco, dependendo da confiança e da lei para sua aceitação.

Detalha-se como o dinheiro é criado: tanto pelos Bancos Centrais (governos) quanto, significativamente, pelos bancos comerciais através da concessão de empréstimos, um processo que levou a um crescimento exponencial da oferta monetária.

O texto aborda o Efeito Cantillon, que revela como a criação de dinheiro beneficia primeiro quem o recebe (governos e instituições financeiras), permitindo-lhes gastar antes da subida geral dos preços. Em contraste, a base da pirâmide econômica (pessoas com renda fixa, poupadores) é prejudicada, pois o valor de seu dinheiro e poupança é corroído pela inflação antes que o novo dinheiro os alcance, resultando em perda de poder de compra e, muitas vezes, na necessidade de mais dívidas.

A inflação é apresentada como um “imposto oculto” que redistribui a riqueza de baixo para cima, aumentando a desigualdade. Por fim, o artigo discute as consequências diárias da inflação e menciona as criptomoedas como uma alternativa descentralizada que busca oferecer proteção contra a desvalorização das moedas fiduciárias.

O Sistema Fiduciário: Entenda Como o Dinheiro é Criado e Seus Impactos
Este artigo aprofunda o conceito de dinheiro fiduciário, o sistema monetário global desde a desvinculação do dólar americano do padrão-ouro em 1971. Explicamos que a moeda fiduciária não tem valor intrínseco, dependendo da confiança e da lei para sua aceitação.

Detalha-se como o dinheiro é criado: tanto pelos Bancos Centrais (governos) quanto, significativamente, pelos bancos comerciais através da concessão de empréstimos, um processo que levou a um crescimento exponencial da oferta monetária.

O texto aborda o Efeito Cantillon, que revela como a criação de dinheiro beneficia primeiro quem o recebe (governos e instituições financeiras), permitindo-lhes gastar antes da subida geral dos preços. Em contraste, a base da pirâmide econômica (pessoas com renda fixa, poupadores) é prejudicada, pois o valor de seu dinheiro e poupança é corroído pela inflação antes que o novo dinheiro os alcance, resultando em perda de poder de compra e, muitas vezes, na necessidade de mais dívidas.

A inflação é apresentada como um “imposto oculto” que redistribui a riqueza de baixo para cima, aumentando a desigualdade. Por fim, o artigo discute as consequências diárias da inflação e menciona as criptomoedas como uma alternativa descentralizada que busca oferecer proteção contra a desvalorização das moedas fiduciárias.

Selic a 15%: Entenda o Impacto da Alta de Juros na Sua Vida e na Economia Brasileira

um hoemn com a face oculta mostrando uma cédula de nota dos EUA

Selic a 15%: Entenda a Inflação e Seus Impactos no Brasil
Este artigo detalha a recente elevação da taxa Selic para 15%, a maior desde 2006, e a batalha contínua do Banco Central contra a inflação. Explicamos o papel do BC em controlar os preços e como a alta dos juros é usada para desaquecer o consumo.

Abordamos as expectativas de inflação para os próximos anos e a influência do cenário econômico global, especialmente as taxas de juros nos EUA e os preços do petróleo, que impactam diretamente o valor do real e a inflação interna.

O texto também explora o impacto direto da inflação na sua vida, desde a perda do poder de compra e o fenômeno da reduflação (produtos com menos quantidade pelo mesmo preço), até o aumento dos custos de serviços essenciais e o prejuízo para quem poupa sem investir adequadamente.

Apresentamos a raiz do problema no descontrole fiscal do governo, que, apesar de recordes de arrecadação, gasta muito mais do que arrecada, resultando em um déficit nominal alarmante e no peso crescente dos juros da dívida pública. Essa situação cria um círculo vicioso de inflação e elevação de juros, com a conta sempre recaindo sobre o cidadão, seja por meio de impostos ou pela desvalorização do dinheiro.

Por fim, o artigo discute a inflação como uma realidade permanente da moeda fiduciária e sugere estratégias para se proteger, como a diversificação geográfica de investimentos e o potencial de criptomoedas como o Bitcoin.

Inflação no Brasil: Um Guia Completo para Proteger Seu Poder de Compra

UMA ILUSTRAÇÃO DAS OSCILAÇÕES DO MERCADO

Inflação no Brasil – O que você precisa saber para proteger seu dinheiro
Este artigo é um guia completo sobre a inflação no Brasil, o fenômeno econômico que reduz o poder de compra do seu dinheiro. Ele detalha:

O que é inflação: O aumento generalizado e contínuo dos preços de bens e serviços, que faz seu dinheiro valer menos.

Como é medida: Através do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), calculado mensalmente pelo IBGE com base em uma cesta de produtos e serviços consumidos pelas famílias.

Principais causas: Incluem a pressão de demanda (muito dinheiro “correndo” atrás de poucos produtos), a pressão de custos (aumento no valor de matérias-primas, câmbio ou salários) e as expectativas inflacionárias (pessoas e empresas antecipando futuras altas de preços).

Impacto diferenciado: A inflação afeta mais as famílias de menor renda, que gastam proporcionalmente mais em itens essenciais como alimentação e transporte.

Papel da Selic: A taxa básica de juros (Selic) é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação. Quando a inflação sobe, a Selic é elevada para encarecer o crédito e desestimular o consumo; quando a inflação cede, a Selic pode ser reduzida. O Brasil opera sob um regime de metas de inflação.

Tipos de variação de preços: Aborda inflação controlada, hiperinflação (descontrole total, como a que o Brasil viveu antes do Plano Real em 1994) e deflação (queda generalizada de preços, que indica demanda fraca).

Panorama histórico: Mostra a transição do Brasil de décadas de hiperinflação para um cenário de maior estabilidade desde o Plano Real.

Riscos e perspectivas atuais: Aponta que pressões de custos, expectativas do mercado e o cenário global ainda podem influenciar a inflação.

Recomendações práticas: Para proteger seu patrimônio, o artigo sugere acompanhar o IPCA, diversificar investimentos (incluindo títulos atrelados à inflação como o Tesouro IPCA+ e, se possível, renda variável), revisar o orçamento regularmente e buscar educação financeira.

Em suma, o artigo enfatiza que, embora a inflação seja uma parte natural da economia, entender seus mecanismos e adotar estratégias financeiras proativas é fundamental para preservar seu poder de compra e garantir sua segurança financeira.